Enviado por email pelo
Ir.’. José Carlos Vicenzo da
ARLS ”Luz de São João" nº 750
Or.'. de São Bernardo do Campo - SP
Em 02/03/201 da E.’. V.’.
A Arca da Aliança
A Arca da Aliança é descrita na Bíblia como o
objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos teriam sido guardadas, e também
como veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido. A Arca foi objeto
de veneração entre os hebreus até seu desaparecimento, especula-se que ocorreu
na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, segundo o livro de Macabeus II, o
profeta Jeremias foi o responsável por esconder a Arca.
Origem
A Arca é primeiro mencionada no livro do Êxodo.
Sua construção é orientada por Moisés, que por sua vez recebera instruções
divinas quanto à forma e tamanho do objeto. Na Arca estavam guardadas as duas tábuas
da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a
aliança de Iahweh com o povo de Israel, para judeus e cristãos a Arca não era
só uma representação, mas era a própria presença de Deus.
Construção
A Bíblia descreve a Arca da Aliança (Êxodo 25:10
a 16) da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2 côvados e
meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111cm), e um côvado e meio
de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora.
Para transportá-la foram colocadas quatro
argolas de ouro puro, cada uma, nas quatro laterais da mesma, duas de um lado e
duas do outro, para que varais pudessem ser encaixados. As varas para este
transporte
eram de acácia também e toda recoberta de ouro puro.
As varas eram metidas nas argolas de ouro e assim a Arca da Aliança era
transportada pelo meio do povo. Os varais não podiam ser retirados da arca após
sua colocação.
Sobre a tampa, chamada Propiciatório "o
Kapporeth"(Êxodo 25: 17 a 22), foram esculpidos dois querubins de ouro
ajoelhados de frente um do
outro, com os rostos voltados um para o outro,
com as asas esticadas para frente, tocando-se na extremidade. Suas faces eram
voltadas uma para a outra e as asas cobriam o propiciatório encontrando-se como
um arco. Esta peça era uma peça só, não sendo fundidas em separado.
Segundo relato do verso 22, Deus se fazia
presente no propiciatório nomeio dos dois Querubins de ouro em uma presença
misteriosa que os Judeus chamavam "Shekinah" ou presença de Deus.
Foram colocadas dentro da Arca, as Tábuas com os
Dez Mandamentos escritos por Deus, um pote com Maná e o Cajado de Aarão, que
floresceu.
A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo,
com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar também
de madeira coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao redor. Como os hebreus
ainda vagavam pelo deserto no momento da construção da arca, esta precisava ser
carregada, e por isso a previsão para os varais. Somente os
sacerdotes poderiam transportar a arca ou tocá-la
e no dia da expiação, quando o “Shekinah”
se manifestava, somente o Sumo-Sacerdote poderia adentrar no templo. Estando
ele em pecado, morreria instantaneamente.
Outros relatos Bíblicos se referem ao roubo da Arca
por outros povos inimigos de Israel, que
sofreram chagas e doenças enquanto tinham a Arca em seu poder. Homens que a
tocavam que não eram levitas ou sacerdotes morriam instantaneamente.
Função e
Simbologia
A partir do momento em que as tábuas dos Dez
Mandamentos foram repousadas no interior da Arca e esta foi fechada, ela é
tratada como o objeto mais sagrado, como a própria representação de Deus na
Terra.
A Bíblia relata complexos rituais para se estar
em presença da Arca dentro do Tabernáculo (o que normalmente era feito por
Moisés ou algum
sacerdote levita).
Segundo os relatos, Deus revelava-se como uma
figura etérea que se manifestava sobre os querubins que esticavam suas asas
sobre a Arca.
Tocar a Arca era um ato de atrevimento punido
severamente, e a Bíblia conta de alguns
casos em que pessoas tiveram morte instantânea apenas por tocar na Arca (em I
Samuel, um israelita tenta agarrar a Arca que está caindo no chão, e mesmo
assim é morto). Os varais permitiriam que ela fosse transportada sem que fosse
tocada.
A Arca
como instrumento de guerra
A Arca representava o próprio Deus entre os homens.
A crença na presença ativa de Deus fez com que os hebreus, por várias vezes, carregassem
a Arca à frente de seus exércitos nas batalhas realizadas durante a conquista
de Canaã. Inicialmente, a presença da Arca era suficiente para que pequenos
contingentes hebreus aniquilassem exércitos ananeus inteiros, e quando os comandantes
hebreus
dispensavam a Arca, sofriam derrotas
desastrosas.
Ainda restava o assentamento de sete Tribos de Israel
na Terra de Canaã para que a conquista estivesse completa, quando Josué
determinou a construção de um Tabernáculo permanente na cidade de Siló, onde a Arca
ficaria protegida.
A captura
da Arca pelos Filisteus e seu retorno
Nos últimos anos do período dos Juízes de
Israel, a Arca da Aliança era guardada em Siló pelo sacerdote Eli, e seus
filhos Hofni e Finéias. O profeta Samuel era jovem, e recebera uma revelação
divina
condenando Eli e seus filhos à desgraça, por
causa de crimes cometidos por seus filhos.
Neste tempo, segundo o relato bíblico, os
filisteus invadiram a Palestina, vencendo o exército israelita próximo à
localidade de Ebenézer. Os israelitas, vendo-se em situação adversa, apelaram
para a Arca, e a trouxeram de Siló. A maldição sobre Eli teria tido lugar, pois
a Arca não surtiu efeito na batalha: os israelitas foram derrotados, e a Arca
foi capturada. Os filhos de Eli foram mortos.
Eli, ao saber da notícia, caiu de sua cadeira e
morreu com o pescoço quebrado.
Os filisteus teriam tomado a Arca como “butim de
guerra” (N.R.: conjunto de bens tomados ao inimigo), e a levaram ao templo de Dagom, em Asdode. O relato bíblico conta que
a simples presença da Arca
naquele local foi o suficiente para que coisas estranhas ocorressem: por duas
vezes, a cabeça da estátua de Dagom apareceu cortada. Em seguida, moléstias
(hemorroidas, especificamente, além de um surto de ratos) teriam assolado a população
de Asdode, inclusive príncipes e sacerdotes filisteus, o que fez com que os príncipes
daquela cidade enviassem a Arca a Ecrom, outra cidade filistéia.
Porém,
em Ecrom a população reagiu negativamente à presença da Arca, enviando-a de
volta ao território de Israel numa carroça. O tempo de permanência da Arca na
Filístia teria sido de sete meses.
A carroça, puxada por vacas, parou em
Bete-Semes, onde foi recebida por um certo Josué (personagem diferente do
Josué, comandante da Conquista de Canaã).
Os
bete-semitas, que, movidos pela curiosidade, olhavam para o interior da Arca, morriam instantaneamente. Em seguida, foi transportada para Quireate-Jearim,
onde ficou aos cuidados de Eleazar por 20 anos.
A Arca em
Jerusalém e o Templo de Salomão
No início de seu reinado Davi ordenou que a Arca
fosse trazida para Jerusalém, onde ficaria guardada em uma tenda permanente no
distrito chamado Cidade de Davi.
Com
o passar do tempo, Davi tomou consciência de que a Arca, para ele símbolo da
presença de Deus na Terra, habitava ele mesmo vivia em um palácio. Então Davi
começou a planejar e esquematizar a construção de um grande Templo.
Entretanto, esta obra passou às mãos de seu
filho Salomão.
No Templo, foi construído um recinto (chamado na
Bíblia de "oráculo"), de cedro, coberto de ouro e entalhes, dois
enormes querubins de maneira à semelhança dos que havia na Arca, com um altar
no centro onde ela repousaria. O recinto passou a ser vedado aos cidadãos comuns,
e somente os levitas e o próprio rei poderiam se colocar em presença da Arca.
O desaparecimento
A Arca permaneceu como um dos elementos centrais
do culto a Deus praticado pelos israelitas durante todo o período monárquico,
embora poucas referências sejam feitas a ela entre os livros de Reis e Crônicas.
Em 587 a.C (ou 607 a.C), segundo alguns estudiosos),
Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o reino de Judá e tomou a cidade de
Jerusalém. O relato bíblico menciona um grande
incêndio que teria destruído todo o templo. A Arca desaparece completamente da
narrativa a partir desse ponto, e o próprio relato é vago quanto ao seu
destino.
Para os católicos e para os judeus que se
utilizam da Septuaginta, Sagradas Escrituras na versão grega dos Livros, o
desaparecimento da Arca é narrado no livro de II Macabeus, não aceito pelos
protestantes.
Nessa situação o profeta Jeremias haveria
mandado que levassem a Arca até o monte Nebo para ali a esconder em uma caverna
(2 Mac 2).
"O escrito mencionava também como o
profeta, pela fé da revelação, havia desejado fazer-se acompanhar pela Arca e
pelo Tabernáculo, quando subisse a montanha que subiu Moisés para contemplar a
herança de Deus. No momento em que chegou, descobriu uma vasta caverna, na qual
mandou depositar a Arca, o Tabernáculo e o Altar dos Perfumes; em seguida,
tapou a entrada. Alguns daqueles que o haviam acompanhado voltaram para marcar
o caminho com sinais, mas não puderam achá-lo.
Quando Jeremias soube, repreendeu-os e
disse-lhes que esse lugar ficaria desconhecido, até que Deus reunisse seu povo
e usasse com ele de misericórdia. Então revelará o Senhor o que ele encerra e aparecerá
a glória do Senhor como uma densa nuvem, semelhante à que apareceu sobre Moisés
e quando Salomão rezou para que o templo recebesse uma consagração magnífica.
(2 Mac, 2, 4-7).
A busca
pela Arca
A Arca da Aliança desapareceu da narrativa
bíblica depois do incêndio ao Templo. Por isso, não há certeza da sua
existência, nem da sua destruição.
É
possível que, antes de atear fogo ao Templo, os soldados de Nabucodonosor
tenham tomado todos os objetos de valor (incluindo a Arca coberta de ouro) e a
levado como prêmio pela conquista.
Uma
vez em posse dos babilônicos, ela pode ter sido destruída para se obter o ouro,
ou ter sido conservada como troféu. Babilônia também foi
conquistada posteriormente por persas,
macedônios, partos e outros tantos povos, e seus tesouros (incluindo
possivelmente a Arca) podem ter tido incontáveis destinos possíveis.
De qualquer modo, ela tem sido um dos tesouros
arqueológicos mais cobiçados pela Humanidade, e inúmeras expedições à
Mesopotâmia e à Palestina foram realizadas, sem sucesso.
Existem
hoje em vários museus réplicas da Arca baseadas nas descrições bíblicas, mas a
verdadeira jamais foi encontrada.
Corre uma estória entre alguns de que a Arca
teria sido retirada do templo e escondida em um lugar seguro antes que os
invasores a capturassem. É possível que tal estória seja verdadeira devido ao
fato de que a Arca era o objeto mais valioso e importante em todo o Israel, sendo
razoável acreditar que a primeira providência dos judeus, após o início do
ataque dos invasores, tenha sido transportar, de forma discreta, a Arca para um
local seguro. Segundo essa estória, que alguns chamam de lenda, a Arca
encontra-se atualmente guardada por pessoas de confiança dos antigos.
O cineasta George Lucas inspirou-se na busca
pela Arca para o roteiro de seu filme "Indiana Jones e os Caçadores da
Arca Perdida".
O propósito do Tabernáculo era alojar a Arca, na
qual foram colocadas as tábuas dos Dez Mandamentos.
A Arca tinha 2 1/2 côvados x 11/2 côvado, um baú
de madeira retangular com sua tampa, o Propiciatório, com os Querubins da Glória,
um de frente ao outro com suas asas estendidas.
O sangue era aspergido embaixo, entre os anjos do juízo, que estavam se olhando.
Quando eles viam o sangue, a ira de Deus era aplacada.
A Arca foi revestida de ouro puro e tinha uma
coroa de ouro.
Apenas uma vez por ano, no Yom Kippur, o Sumo
Sacerdote podia ir além do véu. O véu separou o homem do Santo dos Santos.
Estava atrás deste véu, um cômodo de 10 côvados quadrados, chamado de Santo dos
Santos, que era a parte mais sagrada de toda a estrutura do tabernáculo. Esta
era a Arca da Aliança, que foi mencionada primeiro, antes de toda a mobília no
tabernáculo. A tampa em cima da arca era conhecida como o Propiciatório, que
foi considerado uma parte separada da mobília, mas era um com a arca. A arca
estava no centro do
acampamento, e a nuvem da glória era vista sobre
o propiciatório, na parte mais interior do tabernáculo.
Ex 25,10-22: "Também farão uma arca de
madeira de acácia; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua
largura de um côvado e meio, e de um côvado e meio a sua altura. E cobri-la-á
de ouro puro; por dentro e por fora a cobrirás; e farás sobre ela uma coroa de
ouro ao redor; E fundirás para ela quatro argolas de ouro, e as porás nos quatro
cantos dela, duas argolas num lado dela, e duas argolas noutro lado. E farás
varas de madeira de acácia, e as cobrirás com ouro. E colocarás as varas nas
argolas, aos lados da arca, para se levar com elas a Arca. As varas estarão nas
argolas da arca, não se tirarão dela. Depois porás na arca o testemunho, que eu
te darei.
Também farás um propiciatório de ouro puro; o
seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e
meio. Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas
extremidades do propiciatório. Farás um querubim na extremidade de uma parte, e
o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório,
fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas
asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte
da outra; as faces dos
querubins estarão voltadas para o propiciatório.
E porás o propiciatório em cima da arca, depois que houveres posto na Arca o testemunho
que eu te darei. E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório,
do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que
eu te ordenar para os filhos de Israel."
Depois porás na Arca o testemunho, que eu te
darei.
A arca era um baú de madeira retangular (madeira
de acácia) revestido com puro ouro, por dentro e por fora. Tendo 2,5 côvados de
comprimento por de 1,5 côvados de altura (1,15 x 0,70 m) tinha uma moldura de ouro,
ou coroa ao redor do topo (no hebraico¸ uma palavra diferente da usada para a
beira do altar de incenso).
A arca estava no chão sujo do Santo dos Santos,
com suas quatro argolas de ouro onde as varas de ouro eram inseridas, e
mantidas ali, em posição de partida.
Dentro da arca haviam 3 coisas. As 2 tábuas da
Lei,
um pote dourado com o maná e a vara de Arão que
floresceu.
A Arca da Aliança era onde justiça de Deus e o
seu juízo para o pecado eram satisfeitos.
Existem
quase 200 referências no Antigo Testamento sobre a Arca. Aqui estão alguns
nomes mencionados nas Escrituras para a Arca da Aliança:
Seus
Nomes
Ex 25:22 " E ali virei a ti, e falarei
contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a
Arca do Testemunho), tudo o que eu te
ordenar para os filhos de Israel."
Js 3:6 " E falou Josué aos sacerdotes,
dizendo: Levantai a Arca da Aliança,
e passai adiante deste povo. Levantaram, pois, a Arca da Aliança, e foram andando adiante do povo."
Js 3:13 " Porque há de acontecer que, assim
que as plantas dos pés dos sacerdotes, que levam a Arca do Senhor, o Senhor de toda a terra, repousem nas águas do
Jordão, se separarão as águas do Jordão, e as águas, que vêm de cima, pararão
amontoadas."
1Sm 5,7 " Vendo então os homens de Asdode
que assim foi, disseram: Não fique conosco a Arca do Deus de Israel; pois a sua mão é dura sobre nós, e sobre
Dagom, nosso deus."
2Cr 6,41 " Levanta-te, pois, agora, Senhor
Deus, para o teu repouso, tu e a Arca da
Tua Fortaleza; os teus sacerdotes, ó Senhor Deus, sejam vestidos de
salvação, e os teus santos se alegrem do bem."
2Cr 35,3 " E disse aos levitas que
ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados ao Senhor: Ponde a Arca Sagrada na casa que edificou Salomão,
filho de Davi, rei de Israel; não tereis mais esta carga aos
ombros; agora servi ao Senhor vosso Deus, e ao
seu povo Israel."
Sl 78,60-61 " Por isso desamparou o
tabernáculo em Siló, a tenda que estabeleceu entre os homens. E deu a sua força
ao cativeiro, e a sua glória à mão do inimigo."
Seu
Conteúdo
1) As 2
tábuas de pedra ( Os 10 Mandamentos )
É importante notar que a arca continha as duas tábuas
do Decálogo (os Dez Mandamentos). Lembrando que Deus tinha feito uma aliança com
Israel, mas o seu povo tinha quebrado. Por sua
graça, Deus renovou a aliança, e ordenou que o registro (as tábuas de pedra)
deveriam ser
depositados na Santa Arca. O Livro da Aliança que tratava de outros aspectos da
lei e das ordenanças, foi depositado ao lado da Arca. Mas os 10 Mandamentos
foram armazenados dentro da própria Arca.
Ex 25,16 " Depois porás na Arca o
testemunho, que eu te darei."
2) um pote
de ouro contendo um ômer de maná (Hb 9,4)
Também
foram colocados dois outros artigos dentro da arca. Um deles era um pote
contendo um ômer (3,6 litros) de maná (Hb 9,4) como um memorial da provisão de
Deus:
Ex 16:32-33 " E disse Moisés: Esta é a
palavra que o SENHOR tem mandado: Encherás um ômer dele e guardá-lo-ás para as
vossas gerações, para que vejam o pão que vos tenho dado a comer neste deserto,
quando eu vos tirei da terra do Egito. Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso,
e põe nele um ômer cheio de maná, e coloca-o diante do Senhor para guardá-lo
para as vossas gerações."
Também era um tipo de Cristo que era o Pão Vivo
que desceu de céu:
Jo 6,50-51 " Este é o pão que desce do céu,
para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se
alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne,
que eu darei pela vida do mundo."
3) depois
eles colocaram a vara de Arão que floresceu (Num 17)
O terceiro artigo colocado era a vara de Arão
que da qual saíram brotos, floresceu e frutificou amêndoas maduras em uma única
noite, como sinal da escolha de Deus por Arão para o sacerdócio (Hb. 9,4).
Num 17,7-8 " E Moisés pôs estas varas perante o Senhor
na Tenda do Testemunho. Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na Tenda
do Testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque
produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas."
Fonte: Origem: Wikipédia.