sábado, 6 de fevereiro de 2016

O Salmo 133

Publicado no "Jornal do Aprendiz - ed. nº 80 - fev. 2016 - pgs 8 e 9.
postado pelo Ir.'. Walter Sarmento em 03/02/2016 no blog:

"O amor fraterno é dom de Deus, é como o orvalho que impregna!"


“É a graça de Deus que faz habitar unidos os irmãos”. (Santo Agostinho).


Significado – Dentre os livros do Antigo Testamento, o livro dos Salmos contribui para a edificação pessoal, como base da devoção familiar, como o livro de consolação e oração, como guia nos ajuda a submeter-nos à vontade de Deus nas horas de alegria e de tristeza. Qualquer que seja sua situação, cada qual encontra nesse livro Salmos e palavras que se aplicam à sua situação e lhe são apropriadas como se fossem escritas somente para ele. Os Salmos são uma coleção de cento e cinquenta poemas de louvor, reunidos num só livro, para serem cantados durante as solenes cerimônias do Templo de Jerusalém, com acompanhamento de instrumentos de corda, sopro e percussão. Eles refletem a sabedoria judaica, a piedade e as crenças populares do povo de Israel. Mais tarde descobriu-se que, mesmo sendo poeta, escritor, músico, cantor e organizador do culto divino, Davi compôs não mais do que trinta Salmos. Os outros foram sendo compostos desde a construção do Templo, mil anos antes de Cristo, até 350 anos antes de Cristo. A maioria dos Salmos dirige-se a Deus, sendo, portanto, uma verdadeira oração. O Livro dos Salmos descreve, como louvor, a criação e demais acontecimentos históricos, iniciando com a criação e concluindo com o cativeiro. Outros são meditações, reflexões sobre a vida, exortações dirigidas ao povo, às pessoas e às outras criaturas. São os mais diversos pensamentos humanos cantados nas mais diferentes situações:


Lamentações, tristeza, dor, penitência, confiança, esperança, agradecimento, louvores, alegria, exultação, advertências, fé e adoração.


O Salmo 133, por exemplo, nos ensina a entrar em profunda comunhão de amor e paz. Na abertura dos Trabalhos do Grau I – Aprendiz Maçom no R.E.A.A., é lido por ocasião da abertura do Livro Sagrado, é o Salmo 133, que exalta a união entre os Irmãos. O Oficiante ajoelha-se, abre o Livro Sagrado e lhe faz a leitura, emprestando à sua voz todo sentimento, respeito e veneração. Hinos e cânticos espirituais são usados na Liturgia, alguns até muito antigos e venerandos como o “Glória, mas nenhum se compara aos Salmos bíblicos, que nos ajudará a entrar no clima de recolhimento, necessário para uma boa oração e até mesmo a nos preparar para fazer uma leitura bíblica, de onde desejamos extrair a Palavra de Deus para que ilumine nossa vida. Por isso, o estilo musical dos Salmos é diferente, mais sereno, mais meditativo, mais recitativo.


Curiosidades

- Eis algumas curiosidades a respeito dos Salmos: - O estilo poético dos judeus é bem diferente do nosso. Nós costumamos fazer rimas alternadas em cada verso, metrificamos as frases, colocamos o verbo no fim e cadenciamos os acentos tônicos. Tudo isso dá um efeito poético. A poesia dos Salmos está em repetir a mesma coisa com palavras diferentes, como, por exemplo: Tua Palavra é luz para os meus passos, é uma lâmpada brilhante em meu caminho”. - O menor Salmo é o 117, com dois versı́culos apenas. O maior é o 119 com 176 versı́culos.


 O Salmo 133


 Oh! Quão bom e quão suave, são os irmãos viverem em União !
- É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce pela barba, a barba de Aarão, e que desce à orla de suas vestes.
- É como o orvalho do Hermon, que desce sobre os montes de Sião.
- Porque ali o SENHOR ordenou sua bênção e a vida para sempre”.


As comparações devem ser entendidas desde a perspectiva do gosto oriental. O óleo, agradavelmente perfumado, que vai pingando devagar da cabeça para a barba, era considerado não somente pelos israelitas, mas também pelos egípcios e gregos da antiguidade como algo belo e delicado. Igualmente a barba longa e ondulada era para os orientais (e continua até hoje) sinal de beleza e dignidade viris. O poema entra no nó da questão e busca suscitar atenção e participação como a vivacidade da exclamação com que frisa o fato de irmãos porque o Mestre é um só, e todos somos irmãos e, era habitarem juntos exemplo mais belo e agradável.


Composição do Salmo 133


– Para compreender o real significado do Salmo, devem-se conhecer os elementos que o compõe:
 
Davi - tem-se o Rei Davi como autor do Salmo 133. O Rei (viveu provavelmente entre 1015 a 975 a.C.) era tido como o grande cantor dos cânticos de Israel e autor de vários Salmos. Óleo – o óleo era utilizado na cerimônia de unção dos Reis e Sumos Sacerdotes. Esses eram ungidos com um óleo especial, o qual era derramado sobre suas cabeças, e dessa forma, eram considerados ”purificados” e “sagrados” para exercer suas funções.

Hermon – montanha considerada sagrada pelos judeus e chamada pelos árabes de “montanha nevada”. Localizada ao norte de Israel, marca a divisão geográfica entre Israel, Líbano e Síria. Pela sua altitude (mais de 2.800 metros), seu cume está sempre coberto de neve, o que gera um orvalho que literalmente “rega” toda a região ao seu redor, sendo por isso a região mais fértil de Israel.

Monte de Sião – ao contrário do que alguns possam pensar Sião não é Hermon. Ambos os pontos são extremidades de Israel, sendo Hermon a extremidade Norte e Sião a extremidade Sul. Sião foi o local escolhido pelos judeus para servir de sede, sendo a região onde se encontra Jerusalém (daí a origem do termo “sionista”). Após Sião, o que se vê é o deserto.

Aarão - irmão mais velho de Moisés e primeiro Sumo Sacerdote de Israel, através do qual se originou a linhagem de Sumos Sacerdotes. Aarão era o porta-voz de Moisés (que possuía problemas de dicção, provavelmente gago ou fanho) e servia de Orador dos judeus junto ao Faraó. Na tradição judaica, Aarão participou do episódio do bezerro de ouro.


Esclarecendo

– Os Irmãos que Davi se refere são provavelmente, o povo de Israel, divididos em suas tribos e espalhados entre Hermon e Sião (limites de Israel), mas todos vivendo em união. Davi relembra, então, a unção de Aarão como primeiro Sumo Sacerdote de Israel, momento que selou o compromisso entre o povo de Israel e seu Deus. Dali nasceu a nação que Davi representava e defendia. Tal unção que abençoava Israel podia ser vista também em sua terra: a neve do cume de Hermon transforma-se em orvalho, que desce o monte e se transforma em um ribeirão, Banias, o qual desagua no Rio Jordão, esse que liga Hermon até a outra extremidade de Israel, os Montes de Sião, antes de desaguar no Mar Morto. Todas as tribos de Israel estavam espalhadas de Hermon a Sião, sempre próximos às margens do Rio Jordão. “Jordão” significa exatamente isso, “que desce. O Rio Jordão, alimentado pelo orvalho de Hermon, desce até a extremidade sul de Israel. Sião, distribuindo suas bênçãos, assim como o óleo precioso que desce da cabeça de Aarão até a orla de suas vestes. Por fim, Davi afirma que, Sião (Jerusalém) é “ungido” pelas águas que vem de Hermon porque foi o lugar escolhido por Deus para que o povo judeu habite eternamente conforme suas bênçãos. Com esse Salmo, Davi disse ao seu povo que eles deviam permanecer unidos e obedientes às ordens vindas de Sião, pois essa era a vontade de Deus desde a unção de Aarão, comprovada pela bênção da água, que sai o alto de um monte e percorre 190 km de distância, derramando bênçãos por onde passa, até chegar a Sião.


Concluindo

 Assim se fecham as ideias do Salmo 133. Hoje, conhecemos um manancial inesgotável de pesquisas, há uma riqueza de informações imensa, que está à disposição da ciência, não temos o desafio da caminhada no deserto rumo à terra prometida, enfrentamos o desafio diário da violência, da ira, da descrença; a agrura, a aflição, a insatisfação; nosso povo exaurido, crise aguda de corrupção, resultando em desvios estimados em bilhões de reais e um abismo entre o péssimo gerenciamento e as aspirações populares e o sistema político corrupto. Deu no que deu. Entretanto, ao observarmos e praticarmos os ensinamentos bíblicos de suas mensagens, sem atritos, com perdão, muitas amizades, grande paz e seguindo o caminho correto, sem medo e com muita ajuda recíproca entre os humanos. Para vencê-los, precisamos tão somente de união, da vida em fraternidade entre irmãos. O homem justo e fraterno receberá a retribuição divina, na forma de benção e vida para sempre. Praticar a fraternidade é estar preparado para comparecer diante do Senhor e a retribuição será a benção de Deus e a vida eterna.

Assim foi, é, e será com todo Poder e toda a Glória.


 Ir.·. Valdemar Sansão M.'.M.'.

Estar entre CCol.'. - O que significa??




I- INTRODUÇÃO

O propósito do presente trabalho é delinear os direitos e obrigações do “Entre Colunas”, prática muito usada especialmente nas reuniões de nossas LLoj.'. MMaç.'. e que infelizmente, não mais tem sido ensinada e nem posta em práticas nas LLoj.'.

O interior de uma Loj.'. Maç.'. (Templo) é dividido em quatro partes, onde a mesma simboliza o Universo. Assim temos o Oriente, o Ocidente,o Norte e o Sul.

Em algum tempo na História, logo após a construção do primeiro T.'. Maç.'. do mundo, o Freemasons Hall, em Londres, no ano de 1776, baseado inteiramente no Parlamento Inglês, construído em 1296, estabeleceu-se que as áreas pertencentes ao Norte e ao Sul chamar-se-iam Coluna do Norte e Coluna do Sul.

Assim, quando um Ir.'., em Loj.'., está "Entre a Coluna do Norte e a do Sul", e não entre as Colunas B e J, mesmo próximo à grade que separa o Oriente do resto da Loja, o Ir.'. estará "Entre Colunas".
 
Desta forma então, é extremamente incorreto dizer que o passo ritualístico dos maçons tem que começar entre as Colunas B e J.

Tanto isso é verdade, que os TT.'. Modernos, especialmente de LLoj.'. sob a  jurisdição da Grande Loja Unida Sul Americana, têm as Colunas B e J junto a porta de entrada do T.'. do lado de dentro, já no Grande Oriente do Brasil de MG, suas Colunas B e J ficam no Átrio, e não no interior do T.'.

Em síntese, podemos apresentar algumas situações do que é “Estar Entre Colunas”:

• É conjunto de OObr.'. que formam as CCol.'. do Norte e do Sul;

• Em sentido figurado, são os recursos físicos, financeiros, morais e humanos, que mantêm a Instituição Maçônica em pleno funcionamento;

• É quando a palavra está nas CCol.'. em discussão;

• É quando um Ir,',, coloca-se ou posta-se entre as CCol.'. do Norte e do Sul, no centro do piso de mosaico, evidenciando assim, que o Obreiro que assim o faz, fica sendo o Alvo de atenção de toda Oficina;

• Na circulação do T.'. de Benef.'., o Ir.'. Hosp.'. aguarda "Entre Colunas";



• Quando o Ir.'. Porta-Bandeira, com a Bandeira apoiada no ombro, entra no T.'. imediatamente se posta "Entre Colunas";

• Na apresentação de TTrab.'., o Ir.'. deve-se apresentar “Entre Colunas”.;

• No atraso do Ir.'., o mesmo ao adentrar ao T.'. ficará à Ord.'. e "Entre Colunas", aguardando a ordem do V.'.M.'. para que tome posse do seu assento.

II – DESENVOLVIMENTO

Em toda a Assembleia Maçônica, os IIr.'. poderão fazer uso da palavra em momento oportuno; caso queira obter a palavra estando “Entre Colunas”, poderá solicitá-la com antecedência ao V.'.M.'., e obrigatoriamente levar ao seu conhecimento o assunto a ser tratado.

Sendo um Obr.'. impedido de falar, ou sofrendo algum desrespeito a seus direitos, poderá solicitar ao V.'.M.'. que o conduza ”Entre Colunas”, e se autorizado pelo V.'.M.'., o mesmo poderá falar sem ser interrompido desde que haja decoro de sua parte.

Se, para estar "Entre Colunas", é necessária a autorização do V.'.M.'., em contra partida, nenhum Ir.'. pode se negar de ocupar aquela posição, quando legalmente solicitado pela Loj.'., sob pena de punição.

No entanto, as possibilidades do uso da Pal.'. "Entre Colunas", são muitas e constituem um dos melhores instrumentos dos OObr.'. do Quad.'., sendo uma das maiores fontes da garantia do direito, e da liberdade, tanto para os IIr.'., quanto para a Loj.'.

Não há regulamentação; talvez por isso, a cada dia passado, esse direito vem sendo eliminado dos trabalhos maçônicos.

Atualmente um Ir.'. somente é solicitado a estar "Entre Colunas", em situação de humilhação ou situações tanto quanto degradantes e constrangedoras.

Associou-se a ideia de responder "Entre Colunas" à ideia de punição, quando em realidade, isso deveria ser diferente e muito melhor explorado, em beneficio do Quad.'. de OObr.'. de todas as LLoj.'.

Estando "Entre Colunas", um Ir.'. pode acusar, defender a sua posição ou de outrem, pedir e julgar, assim como, comunicar algo que necessite sigilo absoluto, devendo estar consciente da posição que está revestido, isto é, grande responsabilidade por tudo que disser ou vier a fazer.

A tradição maçônica é tão rigorosa no tange á liberdade de expressão, que quando um Ir.'. estiver em P.'. e a Ord.'. e "Entre Colunas", para externar sua opinião ou defender-se, não pode ser interrompido, exceto se tiver sua palavra cassada pelo V.'.M.'., ato este conferido ao mesmo.

Estando Entre Colunas, o Ir.'. NÃO poderá se negar a responder a qualquer pergunta, por mais íntima que seja e também não poderá mentir ou omitir sobre a verdade dos fatos, pois desta forma o Irmão perde sumariamente os seus direitos maçônicos, pelo que deve ser julgado não importando os motivos que o levaram a tal atitudes.

Por motivos pessoais, um maçom pode se negar a responder a quem quer seja, aquilo que não lhe convier, mas se a indagação for feita "Entre Colunas", nenhuma razão justificará qualquer resposta infiel ou seu silêncio.

Igual crime comete aquele que obrigar alguém a confessar coisas "Entre Colunas" injustificadamente, aproveitando-se da posição em que se encontra o Ir.'. sem que haja razão lícita e necessária, por perseguição ou com intuito de ofender, agravar ou humilhar desnecessariamente.

Quando um Ir.'. está "Entre Colunas" e indaga os demais IIr.'. sobre qualquer questão, de forma alguma lhe pode ser negada uma resposta e nenhuma razão justificará que seja mantido silêncio, por aquele que tenha algo a responder.

Uma aplicação prática do "Entre Colunas",  pode ser referente a assuntos de fora do mundo maçônico.

É lícito e muito útil pedir informações "Entre Colunas", sejam sociais, morais, comerciais, etc., sobre qualquer pessoa, Ir.'. ou Prof.'., desde que haja razões válidas para tal fim.

Qualquer dos presentes que tiver conhecimento de algo está obrigado a declarar, sob pena de infração ás leis Maçônicas.

O Ir.'. que solicitou as informações poderá fazer uso das mesmas, porém deve guardar o mais profundo silêncio sobre tudo o que lhe for revelado e jamais poderá, com as informações recebidas, praticar qualquer ato que possa comprometer a vida dos informantes ou a própria Loj.'.

Se não agir dessa forma será infrator das Leis Maçônicas Universais.

Suponhamos que um Ir.'. tenha algum negócio a realizar em outra cidade e necessita informações, mesmo comerciais, sobre alguma pessoa ou firma. A ele é lícito indagar essas informações "Entre Colunas" e todos os demais IIr.'., se souberem de algo a respeito, são obrigados a darem respostas ao solicitante.

Outro meio lícito e útil de se obter informações é através de uma prancha, endereçada a uma determinada Loj.'., para se lidar "Entre Colunas".

Neste caso, a Loj.'. é obrigada a responder, guardar o mais profundo silêncio sobre o assunto, cabendo a ela todos os direitos, obrigações e cabendo todos os direitos, obrigações e responsabilidades ao solicitador, que deverá guardar segredo sobre tudo o que lhe foi respondido e a fonte de informações.

III – CONCLUSÃO

Muitas são acepções que norteiam sobre os ensinamentos do significado de "Estar entre Colunas", porém, deve o Maçom sempre edificar suas CCol.'. interiores, embasado pelos Princípios da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, primando pelo bem-estar da família e pelo aperfeiçoamento da sociedade através do trabalho e do estudo, para com isso perfazer-se um homem livre e de bons Costumes.

Como dissemos no início, não há mais regulamentação ou Leis Normativas para o uso do "Entre Colunas"; e, se não há normas que sejam encontradas nos livros maçônicos, é porque pura e simplesmente, os princípios da condição de “Estar Entre Colunas”, é de que somente a verdade pode ser dita.

Obedecido este princípio tudo mais é decorrência.

Este, alegoricamente, talvez seja o real significado no bojo dos ministérios que regem as Colunas da Maçonaria, pois "Estar entre Colunas" é estar entre IIr.'.
BIBLIOGRAFIA

ASLAN, Nicola. Grande Dicionário Enciclopédico de Maçonaria e Simbologia. Londrina: “ A TROLHA.
CARVALHO, Assis. Companheiro Maçom. Londrina ”A TROLHA”.
Símbolos Maçônicos e suas origens. Londrina: “A TROLHA”.
CASTELLANI, José. Liturgia e Ritualística do Grau de Aprendiz Maçom.
EGITO, José Laércio do. In Coletânea 2. Londrina: “ A TROLHA”.
PUSCH, Jaime. A B C do aprendiz.
Colaboração e Pesquisa: Weber Varrasquim “GLUSA”.

Julho de
2011
 
Postado pelo Ir.'. Humberto Siqueira Cardeal, no blog: http://jamilkaussa24.blogspot.com.br em 31/08/2011
 

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Pai Nosso Templário


Mara Ivanovic +nnDnn+ - Luiz Alberto Bagolin
Página "Templários Brasileiros" - Facebook


SENHOR:
 
Perdoa-me se não rezo a oração que Teu filho nos ensinou, pois julgo-me indigno de tão bela mensagem.
 
Refleti sobre esta mensagem e cheguei às seguintes  conclusões:
 
Para dizer "PAI NOSSO", antes devo considerar todos os homens, independentemente de sua cor, raça, religião posição social ou política, como meus irmãos, pois eles também são Teus filhos; devo amar e proteger a natureza e os animais, pois se Tu és meu Pai, também és meu Criador, que criou a mim e a natureza
 
Para dizer "QUE ESTAIS NO CÉU", devo antes fazer uma profunda análise em minha consciência, procurando lembrar-me de quantas vezes Te julguei como Celestial Pai, pois, na realidade, sempre vivi preocupado com coisas materiais.
 
Para dizer "SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME", devo antes verificar se não cometi sacrilégios ao adorar outros deuses acima de Ti.
 
Para dizer "VENHA A NÓS O VOSSO REINO", devo antes examinar minha consciência e procurar saber se não digo isso apenas por egoísmo, querendo de Ti tudo, sem nada dar em troca.
 
Para dizer "SEJA FEITA A TUA VONTADE", devo antes buscar meu verdadeiro Ser e deixar de ser um falso cristão, pois a Tua vontade é a união fraternal de todos os seres que criastes.
 
Para dizer "ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU", devo antes deixar de ser mundano e me livrar dos desenfreados prazeres, das orgias, do orgulho e do egoísmo.
 
Para dizer "O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE", devo antes repartir o pão que me destes, com meus irmãos mais carentes e necessitados, pois é dando que se recebe e, é amando que se é amado.
 
Para dizer "PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO", devo antes verificar se alguma vez tornei a estender minha mão para aquele que me fez chorar, pois só assim terei perdoado aquele que me ofendeu, e só assim serei também perdoado.
 
Para dizer "E NÃO NOS DEIXAI  CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL", devo antes deixar limpo a foco de meus pensamentos, amparando a quem precisa e ajudando assim na construção de um mundo melhor.
 
e finalmente, para dizer "AMÉM", deverei fazer tudo isso, agradecendo ao meu Criador, cada segundo de minha vida, como a maior dádiva que eu poderia receber. No entanto, Senhor, embora procure assim proceder, ainda não me julgo suficientemente forte, no intuito de tudo isto Te prometer e cumprir.
 
Perdoa-me Senhor, meu Pai, porém, minha perfeição a tudo, ainda não chegou !!!














É preciso viver mesmo sem entender a vida


 

 
 
publicado em “Recortes”,  por Ana Lúcia Gosling
enviado por nosso Ir.'. Nelson Jerônimo de Oliveira - Facebook
 
O texto acima não é bem um artigo, mas traz uma reflexão que cabe aqui, não?

Escrevo contos, crônicas e arrisco poesias no meu blog pessoal:


Por aqui vou deixando impressões.

 
 
O despertar para a vida ocorre diariamente. Mesmo quando, em vida, algo em nós morre.

(by Ingo Joseph in Pixels)

 

A vida é inexplicável. Não a morte.

A morte tem uma razão, um laudo, um acontecimento real para que ocorra, ainda que inesperadamente. Uma explicação trágica ou simples, mas um fato concreto: velhice, acidente, doença, assassinato.

A vida não. Não há qualquer coerência na vida. Não há programação que se garanta cumprir. Na maior parte do tempo, vivemos sem explicações e sem garantias. Não há sequer uma motivação principal. Vive-se de amor, mas não só disso. Só o sucesso profissional não é suficiente. Mesmo os prazeres intelectuais ou físicos se cansam, esgotam-se.

A vida é surpreendente para o bem e para o mal. Uma montanha-russa sentimental. Mesmo na dor, conseguimos reinventar alegria. Quando andamos sem esperança, podemos rir de uma piada idiota até a barriga doer. Nos dias de desespero, encontrar um novo rumo.

Tristes, ter a mente distraída pelo casal de namorados no ônibus ou pela conversa com a atendente no mercado. Cheios de problemas, ter a tristeza desarmada pelo carinho do cachorro de estimação ou pela risada do filho pequeno. Ou, no auge da felicidade, enfrentar uma tragédia, perder um grande amor ou conhecer o desencanto.

A vida é o contínuo caminhar pelo desconhecido. Nós nos movemos apenas por instinto, pelo simples impulso de seguir em frente. Nem sempre arriscando novas experiências. Às vezes, apenas repetindo as rotinas que nos trazem segurança.
 
Se pretendemos, por exemplo, que a alma sare, não fazemos qualquer movimento brusco. Mas, ainda assim, podemos surpreender-nos com interesses aguçados simplesmente por ler um livro, por ligar a TV, por navegar na internet ou por uma conversa com um estranho na rua ou na praia.

Seguimos na sequência conformados, às vezes até anestesiados, até que, sem percebermos, estamos sonhando relações, construindo casas, vivendo amores, fazendo escolhas por puro prazer de novo. (by Tim Savage in Pexels)

A vida é fluxo. A morte é interrupção. Se houver um novo fluxo a partir de então, a explicação está além da vida, não na vida em si. Só na morte, conhece-se o que há de real nas teorias religiosas ou filosóficas que nutrimos em vida. Só no fim, há a explicação ou o silêncio. Para quem fica, existem “certezas” que poderão ruir. Suposições, crença ou angústia. Mas não a verdade.

Certo é que o despertar ocorre em vida diariamente. Na satisfação dos pequenos e dos grandes desejos, nos bons encontros provocados ou acidentais, nos carinhos e nas delicadezas trocadas. Quando tropeçamos na beleza que há na arte ou no mero cotidiano. Quando perdemos tempo imaginando coisas que talvez não ocorram, mas que nos fazem sorrir enquanto as sonhamos. Quando conquistamos nosso objetivo, nosso amor, nossa independência. Mas também quando nos permitimos pensar simplesmente em como é bom o sal sobre a pele ao sair do mar, em como é bom o banho morno no fim do dia, em como é boa, a preguiça na cama ao deitarmos.

Por isso precisamos estar atentos aos outros, às coisas, aos fatos, aos dias. Agora! Mesmo quando, em vida, sentimos algo morrer em nós. Mesmo quando a dor for constante. Porque a vida nos cerca e nos provoca constantemente. E, em algum momento, um dos seus elementos nos desadormecerá. E, estar no fluxo nos garantirá sempre, outro amanhecer, mais à frente.

                                                                                                                                                       


                   Obvious: http://obviousmag.org/puro_achismo/2016/porque-viver-mesmo-sem-entender-a-vida.html#ixzz3z6aO1Ymy
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sábado, 30 de janeiro de 2016

Homenagem Póstuma a José Castelani




Por José Carlos de Araújo Almeida Filho


É difícil traçar uma biografia do Ir.'. José Castellani. Seu currículo completo conta com mais de 79 páginas. O resumido chega perto das trinta.
Mas, vamos tentar deixar fidedigno o texto, reduzindo-o ainda mais. Sabemos, todos, que o Ir.'. Castellani é hoje o escritor maçônico mais lido do Brasil.

DADOS GERAIS
1. Nome José Castellani
2. Nascimento 29 de maio de 1937
3. Natural de Araraquara - SP
4. Filiação Domingos Castellani e Maria Aparecida Acetozi Castellani
5. Profissão Médico, especialista em Oftalmologia, diplomado pela Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de S. Paulo, em 1961
6. Outras atividades historiador, escritor, jornalista e conferencista


MEMBRO DAS SEGUINTES ENTIDADES MÉDICAS
Sociedade Paulista de Oftalmologia Preventiva (fundador)
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular
Sociedade Brasileira de Lentes de Contato
Sociedade Médica Ítalo-Brasileira (fundador)
Centre d’Information Permanente du Médecin - Paris (correspondente)
Assoc.Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual (fundador) Conselho Brasileiro de Oftalmologia


ATIVIDADES MÉDICAS
 
Presidente da Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual
Diretor da Assistência Médica Oftalmológica
Perito Oftalmologista

 
ATIVIDADES JORNALÍSTICAS
Ex-Redator do jornal "O Tempo", de S. Paulo
Ex-Colaborador do "O Diário de S. Paulo"
Ex-Consultor Médico do "Diário do Grande ABC", de Santo André (SP)
Ex-Colaborador do "O Estado de S. Paulo"
Ex-Diretor Secretário do jornal "História e Fatos", da Academia Brasileira de História
Ex- Diretor do jornal universitário "O Bíceps"
Atual colaborador de diversos jornais científicos e de comunidade
Atual Diretor da revista cultural Minerva Maçônica do G.O. do Brasil
Membro do Conselho Editorial da revista A Trolha

 
OUTRAS ATIVIDADES
Presidente da Associação Phoenix Internacional Antidrogas

 
ARTIGOS PUBLICADOS
Cerca de 300 (trezentos) sobre Política Sanitária, Prevenção da Cegueira e sobre História de S. Paulo e do Brasil, nos jornais O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Folha da Tarde, A Gazeta, Diário do Grande ABC, História e Fatos, alem de jornais científicos e comunitários. (ARTIGOS NÃO RELACIONADOS NESTE CURRÍCULO RESUMIDO)

 
PALESTRAS
Cerca de 300 (trezentas), sobre Oftalmologia Preventiva (em escolas e indústrias) , Política Sanitária (em sindicatos e associações médicas) e sobre História (em clubes de serviço e instituições científicas (PALESTRAS NÃO RELACIONADAS NESTE CURRÍCULO RESUMIDO)

 
PRÊMIOS LITERÁRIOS
Prêmio pelo livro "São Paulo na Década de Trinta", no 1º Concurso Literário da Associação Paulista de Medicina, para médicos escritores de todo o Brasil (1980)
Prêmio da Editora A Trolha, de Londrina (PR), pelo conjunto da obra (1992)

 
DISTINÇÕES HONORÍFICAS
Inúmeras distinções honoríficas, por serviços à comunidade, por atividade cultural e filantrópica, dentre outras

 
MEMBRO DAS SEGUINTES INSTITUIÇÕES CULTURAIS
Instituto Histórico e Geográfico de S. Paulo
Academia Brasileira de História
Sociedade Geográfica Brasileira
Sociedade Brasileira de Educação e Integração
Academia Paulistana da História
Ordem Nacional dos Bandeirantes
Instituto Paulista de Cultura
Sociedade Brasileira de Escritores Médicos
União Brasileira de Escritores
Ordem dos Velhos Jornalistas do Brasil
Associação Brasileira de Escritores Maçons
VIDA MAÇÔNICA
Iniciado em 9/11/1965, na Loja Comércio e Ciências, de São Paulo-SP (Grande Oriente de S. Paulo)
Elevado a Companheiro em 15/02/1966
Exaltado a Mestre Maçom em 16/7/1966
Grande Inspetor Geral (Grau 33 do REAA) em 20/8/1976

 
LOJAS MAÇÔNICAS QUE FOI FUNDADOR
Loja Simbólica "Everardo Dias" - S. Paulo - 1966
Loja Simbólica "Lealdade à Ordem" - S. Paulo - 1974
Loja Simbólica "Sentinela Paulista" - S. Paulo - 1977
Loja Simbólica "Dr. João Carlos Ferraro" - Itápolis (SP) - 1978
Loja Simbólica "Tradição Escocesa" - Olinda (PE) - 1991
Loja de Pesquisas Maçônicas do Grande Oriente do Brasil, atual Loja de Pesquisas "Quatuor Coronati do Brasil" – 1991
Sublime Capítulo "Everardo Dias" - 1969
Loja "Cosmos" – 1997

 
OUTROS CARGOS MAÇÔNICOS E PARAMAÇÔNICOS
Presidente do Centro Cívico e Cultural Benjamin Constant, da Loja Everardo Dias (1970-1972)
Presidente do Instituto Cultural Ordem e Progresso, da Loja Ordem e Progresso (1977- 1978)
Assessor Especial do Grão-Mestrado do Grande Oriente de Minas Gerais (1984-1987)
Vice-Presidente da Academia Brasileira Maçônica de Letras (1988-1990)
Presidente da Sociedade Brasileira de Cultura Maçônica (1989-1990)
Assessor do Grão-Mestrado da Grande Loja de São Paulo (1990-1991)
Presidente da Oficina de Pesquisas Maçônicas da Grande Loja de São Paulo (1990-1991)
Consultor da Grande Secretaria de Ritualística do Grande Oriente do Paraná, para o REAA (1992)
Consultor de Ritualística do Grande Oriente Independente de Pernambuco (1993-1994)
Presidente da Comissão Organizadora da programação alusiva ao bicentenário da execução do Tiradentes, do Grande Oriente de São Paulo (1992)
Fundador da Associação Brasileira de Imprensa Maçônica
Fundador da Academia Maçônica de Artes, Ciências e Letras
Fundador do Brazilian Quatuor Coronati Correspondence Circle, associação de Membros Correspondentes da Loja de Pesquisas Quatuor Coronati, de Londres

 
LOJAS QUE FAZ PARTE
Loja de Pesquisas Quatuor Coronati do Brasil
Loja Os Templários
Loja de Pesquisas Brasil (Londrina) - correspondente
Loja de Pesquisas Quatuor Coronati, de Londres - correspondente
Loja Tradição Escocesa (Recife)
Loja Cosmos (S. Paulo)


PALESTRAS
Cerca de 2.000 (duas mil), desde 1967, sobre Liturgia, Ritualística, História e Simbologia, a convite de Obediências ou de Lojas, nos Estados de S. Paulo, R.G. do Sul, Sta. Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Maranhão, Piauí, Pará, Rondônia, Ceará, Amazonas, além de Assunción, Paraguai.

ARTIGOS
Cerca de 2.500 (dois mil e quinhentos), desde 1966, sobre Liturgia, Ritualística, História e Simbologia, nos seguintes veículos de comunicação A Trolha (Londrina - PR), A Gazeta Maçônica (São Paulo-SP), A Verdade (São Paulo-SP), O Esquadro (Brasília-DF), O Aprendiz (São Vicente-SP), O Malhete (São Paulo-SP), A Tribuna Maçônica (João Pessoa-PB), Boletim do Grande Oriente do Brasil, Boletim do Grande Oriente de São Paulo, Boletim do Grande Oriente de Minas Gerais, O Estrelinha (Divinópolis-MG), O GLEAM (Manaus-AM), O Tribuno (Curitiba-PR), O Habacuc (Rio de Janeiro-RJ), Jornal do Maçom (Salvador-BA), Novo Tempo (Recife-PE), O Prumo (Florianópolis-SC), Acácia (Natal-RN), O Cravo (Maceió-AL), O Egrégora (Brasília-DF), O Acácia (Porto Alegre-RS), Minerva Maçônica (Brasília-DF) etc. (ARTIGOS NÃO RELACIONADOS NESTE CURRÍCULO RESUMIDO).
 
DISTINÇÕES MAÇÔNICAS
Venerável Ad-Vitam da Loja Sentinela Paulista - S.Paulo - G.O. de S. Paulo
Membro Honorário da Loja Alvorada - S. Paulo – G.O. de S. Paulo
Membro Honorário da Loja Sete de Setembro V - Diadema (SP) – G.O. de S. Paulo
Membro Honorário da Loja Acácia dos Campos - Campos Novos(SC) – G.O. de Santa Catarina
Membro Honorário da Loja Maringá - Maringá (PR) – G.O. do Paraná
Membro Honorário da Loja Fidelidade Jandaiense - Jandaia do Sul (PR) – G.O. do Paraná
Membro Honorário da Loja União, Caridade e Abrigo - Salvador (BA) – G.L. Unida da Bahia
Membro Honorário do Centro de Estudos Craveiro Costa - Maceió (AL)
Membro Honorário da Grande Loja do Estado do Espírito Santo
Patrono do Seminário Maçônico José Castellani, da Grande Loja do Estado de S. Paulo (realizado em Araraquara, SP)
Membro Honorário da Academia Campinense Maçônica de Letras - Campinas
Benemérito do Grande Oriente do Estado de Alagoas
Benemérito da Loja Areópago de Itambé - Recife (PE) – G.O. Independente de Pernambuco
Membro Honorário da Academia Maçônica de Letras de Pernambuco
Membro Honorário da Grande Loja Unida do Piauí
Membro Honorário da Loja Obreiros do Areópago - Ibicaraí (BA) – G.L. Unida da Bahia
Membro Honorário do Grande Oriente da Bahia
Venerável Emérito da Loja Os Templários - S.Paulo – G.O. de S. Paulo
Benemérito da Cultura, da Academia Brasileira Maçônica de Letras
Membro Honorário da Loja Ordem e Progresso - S. Paulo – G.O. de S. Paulo
Benemérito do Grande Oriente Estadual da Paraíba
Benemérito do Grande Oriente do Brasil
Grande Benemérito do Grande Oriente do Brasil
Membro Honorário da Loja Juan Caballero da Grande Loja do Paraguai
Membro Honorário da Grande Loja do Paraguai
Estrela da Distinção Maçônica do Grande Oriente do Brasil
Membro Honorário do Supremo Conselho do REAA do Paraguai
Benemérito da Delegacia Litúrgica do Supremo Conselho do REAA do Estado do Espírito Santo

 
CONDECORAÇÕES MAÇÔNICAS
Medalha José Bonifácio, do G.O. de S. Paulo
Medalha do Mérito Médico, do G.O. de S. Paulo
Medalha de Venerável Ad-Vitam da Loja Sentinela Paulista (G.O.de S.Paulo)
Medalha de Honorário da Loja Alvorada (G.O. de S.Paulo)
Medalha do Cinqüentenário da Loja Monte Líbano (G.O. de S. Paulo)
Medalha de Fundador da Loja Everardo Dias (G.O. de S. Paulo)
Medalha de Mestre Instalado, do G.O. do Brasil
Medalha de Fundador da Loja Dr. João Carlos Ferraro, de Itápolis (G.O. S. Paulo)
Comenda Carlos Gomes, da Loja Amizade (G.O. de S. Paulo)
Medalha Giuseppe Garibaldi, da Loja Giuseppe Garibaldi (G.O. S. Paulo)
Medalha de Honra ao Mérito, do G.O. de S. Paulo
Medalha do Sesquicentenário da Loja União Caridade e Abrigo (Grande Loja Unida da Bahia)
Medalha da Editora A Trolha, pelo conjunto da obra literária
Medalha da Grande Loja do Espírito Santo, alusiva à 17a. Assembléia da CMSB
Medalha da Grande Loja de Brasília
Medalha da Loja Guatimozin (Grande Loja de S. Paulo)
Medalha Tiradentes, do Grande Oriente de Minas Gerais (independente)
Comenda Giordano Bruno da Loja Acácia da Ilha (G.O. de Santa Catarina), no grau de Insigne Pensador (a primeira concedida)
Medalha de Benemérito do Grande Oriente do Brasil
Medalha dos 160 anos do Supremo Conselho do REAA
Medalha do Centenário do Capítulo Piracicaba
Medalha de Grande Benemérito do G.O. do Brasil
Medalha Montezuma, maior condecoração do Supremo Conselho do Brasil para o REAA
Medalha do Centenário do Conselho Filosófico de Kadosh Nº 1, do Rio de Janeiro
Medalha da Loja Francisco Glicério, do G.O. de São Paulo
Medalha de Membro Honorário da Loja Ordem e Progresso
Medalha da Estrela da Distinção Maçônica, do Grande Oriente do Brasil
Medalha Marrey Júnior, categoria prata, do G.O. de São Paulo
Medalha da Loja Ciência, Trabalho e Virtude, de Apucarana (G.O. do Estado do Paraná)
Medalha da Loja Templário da Luz, do G.O. Paulista
Medalha da Loja Os Templários (G.O. de S. Paulo)
Medalha do 40º aniversário da Loja Estrela de Brasília, primaz do Distrito Federal (G.O. do Distrito Federal)
Medalha de Membro Honorário da Logia Juan Caballero, de Assunción
Medalha de Membro Honorário da Grande Loja do Paraguai
Medalha dos 175 anos do G.O. do Brasil
Medalha de Mérito do Grande Oriente Estadual de Minas Gerais
Medalha de Benemérito da Delegacia Litúrgica do Supremo Conselho do Brasil para o REAA do Estado do Espírito Santo
Medalha do Mérito Maçônico Adonhiramita, na categoria de Grande Cavaleiro, do Sublime Grande Capítulo Adonhiramita do Brasil
Condecoração da Ordem do Mérito Maçônico do Distrito Federal, no grau de Grã-Cruz
Medalha de Honra ao Mérito, da Loja Dr. João Carlos Ferraro
Medalha do Centenário da Loja Comércio e Ciências
Medalha dos 55 anos do Grande Oriente Estadual de Minas Gerais
Medalha de Mérito do Grande Oriente Paulista

 
LIVROS PUBLICADOS
Os Maçons que Fizeram a História do Brasil - Edit. A Gazeta Maçônica - S.Paulo - 1a. ed. 1993 - 2a. ed. 1991
Shemá Israel (A Civilização Hebraica e sua Influência no Mundo Contemporâneo) - Ed. A Gazeta Maçônica - S. Paulo – 1977
A Ciência Maçônica e as Antigas Civilizações - 1a. ed. Ed. Resenha Universitária - S. Paulo - 1977 - 2a. ed. Traço Editora - S. Paulo – 1980
São Paulo na Década de 30 - Ed. Policor - S. Paulo - 1978
A Maçonaria e sua Política Secreta - Traço Editora - S. Paulo - 1981
Origens do Misticismo na Maçonaria - 1a. ed. Traço Editora - S. Paulo - 1982 - 2a. ed. Ed. A Gazeta Maçônica - S. Paulo – 1995
Liturgia e Ritualística do Grau de Aprendiz Maçom - Ed. Gazeta Maçônica - S. Paulo - 1a. ed. 1985 - 2a. ed. 1987
A Maçonaria Moderna - Ed. A Gazeta Maçônica - S. Paulo - 1986
Liturgia e Ritualística do Grau de Companheiro Maçom - Ed. A Gazeta Maçônica - S. Paulo - 1987
Consultório Maçônico - volume I - Ed. A Trolha - Londrina - 1a. ed. 1987 - 2a. ed. 1991
Liturgia e Ritualística do Grau de Mestre Maçom - Ed. A Gazeta Maçônica - S. Paulo - 1987
O Rito Escocês Antigo e Aceito - História, Doutrina e Prática - Ed. A Trolha - Londrina - 1a. edição 1988 - 2a. edição 1996
José Bonifácio um Homem Além do seu Tempo - Ed. Gazeta Maçônica - S. Paulo - 1988
O Mestre Instalado - Ed. Gazeta Maçônica - S. Paulo - 1989
A Maçonaria e o Movimento Republicano Brasileiro - Traço Editora - S. Paulo - 1989
Dicionário de Termos Maçônicos - Ed. A Trolha - Londrina - 1a. ed. 1989 - 2a. ed. 1994
Dicionário Etimológico Maçônico (A,B,C) - Ed. A Trolha- Londrina - 1990
Consultório Maçônico - volume II - Ed. A Trolha - Londrina - 1990
Dicionário Etimológico Maçônico (D,E,F,G) - Ed. A Trolha - Londrina - 1990
Origens Históricas e Místicas do Templo Maçônico - Ed. Gazeta Maçônica - S. Paulo - 1991
Curso Básico de Ritualística - Ed. A Trolha - Londrina - 1a. ed. 1991 - 2a. ed. 1994
Dicionário Etimológico Maçônico (H,I,J,L) - Ed. A Trolha - 1991
Rito Moderno a Liberdade Revelada (co-autoria com Frederico Guilherme Costa) - Ed. A Trolha - Londrina – 1ª. Ed. 1991 – 2ª. Ed. 1997
Manual do Rito Moderno (co-autoria com Frederico Guilherme Costa) - Ed. Gazeta Maçônica - 1991
O Mestre Secreto (co-autoria com Francisco de Assis Carvalho) - Ed. A Trolha - Londrina - 1991
A Conjuração Mineira e a Maçonaria que não Houve (co-autoria com Frederico Guilherme Costa) - Ed. Gazeta Maçônica – 1992
Dicionário Etimológico Maçônico (M,N,O,Pi) - Ed. A Trolha - 1992
Consultório Maçônico - Volume III - Ed. A Trolha - 1992
Cartilha do Aprendiz - Ed. A Trolha - 1a. ed. 1992; 2a. ed. 1996
Os Maçons na Independência do Brasil -- Ed. A Trolha - 1993
História do Grande Oriente do Brasil - Gráfica e Editora do Grande Oriente do Brasil - Brasília - 1993
A Maçonaria e sua Herança Hebraica - Ed. A Trolha - Londrina - 1994
Dicionário Etimológico Maçônico (Pi, Q,R,S) - Ed. A Trolha - 1994
História do Grande Oriente de São Paulo - Gráfica e Editora do Grande Oriente do Brasil - Brasília - 1994
A Cadeia Partida - Ed. A Trolha - 1994
Consultório Maçônico - Volume IV - Ed. A Trolha - Londrina - 1994
Dicionário Etimológico Maçônico (T a Z) - Ed. A Trolha - 1994
Análise da Constituição de Anderson (co-autoria com Raimundo Rodrigues) - Ed. A Trolha - 1995
A Cisão de 1927 no Grande Oriente do Brasil - plaquete editada pelo Supremo Conselho do Brasil para o REAA - Rio de Janeiro – 1995
Manual Heráldico do Rito Escocês Antigo e Aceito - Volume I graus 1 a 18 (co-autoria com Claudio Roque Buono Ferreira) - Ed. Gazeta Maçônica - 1995
Do Pó dos Arquivos - Volume I – Ed. A Trolha - 1995
Amizade A Primeira Loja Maçônica na História de S. Paulo - Edit. Amizade - S.Paulo - 1996
Os Maçons e a Questão Religiosa do Século XIX - Ed. A Trolha - 1996
Grande Oriente de S. Paulo, 75 Anos - Edição do Grande Oriente de S. Paulo - 1996
Do Pó dos Arquivos - Vol. II - Edit. A Trolha - Londrina - 1996
O Cavaleiro Rosa-Cruz - Ed. A Trolha - 1997
Histórias Pitorescas de Maçons Célebres - Ed. A Trolha - 1997
Manual Heráldico do Rito Escocês Antigo e Aceito - Volume II graus 19 a 33 (co-autoria com Cláudio Roque B. Ferreira) - Ed. Madras - S. Paulo - 1997
Maçonaria e Astrologia - Ed. Madras - S. Paulo - 1997
Consultório Maçônico – Volume V – Ed. A Trolha – 1997
Os Maçons e a Abolição da Escravatura – Ed. A Trolha – 1998
Consultório Maçônico – Vol. VI – Ed. A Trolha – 1998
Cartilha do Companheiro (co-autoria com Raimundo Rodrigues) – Ed. A Trolha – 1998
Manual do Mestre Instalado – Ed. A Trolha - 1999
Fragmentos da Pedra Bruta – Ed. A Trolha - 1999
Rito Escocês Antigo e Aceito Supremo Conselho do Brasil - (Síntese de sua História) – Ed. A Trolha – em lançamento

 
 OUTRAS OBRAS
Piratininga História da Loja Alma de São Paulo
Dicionário de Alegorias e Símbolos Maçônicos
Cartilha do Mestre Maçom
Consultório Maçônico – Volume VII

 
PARTICIPAÇÕES EM COLETÂNEAS
Formação Social da Maçonaria - Edição da Academia Brasileira Maçônica de Letras - Rio de Janeiro - 1983
Episódios da História Antiga e Moderna da Maçonaria - Ed. da Academia Brasileira Maçônica de Letras - Rio de Janeiro – 1987
História Política da Maçonaria - Ed. da Academia Brasileira Maçônica de Letras - Rio de Janeiro - 1987
Cadernos de Pesquisas Maçônicas - Volume I , da Loja de Pesquisas Brasil - Ed. A Trolha - 1989
Cadernos de Pesquisas Maçônicas - Volume II, da Loja de Pesquisas Brasil - Ed. A Trolha - 1990
Caderno de Pesquisas Maçônicas - Volume IV, da Loja de Pesquisas Brasil - Ed. A Trolha - 1992
Caderno de Pesquisas Maçônicas - Volume V, da Loja de Pesquisas Brasil - Ed. A Trolha - 1993
Vinte de Agosto - Ed. A Trolha - 1994
A Cor Vermelha do Rito Escocês - Ed. A Trolha - 1994
Caderno de Pesquisas Maçônicas - Volume VI - Loja de Pesquisas Brasil - Ed. A Trolha - 1994
Caderno de Pesquisas Maçônicas - Volume IX - Loja de Pesquisas Brasil - Ed. A Trolha - 1995
Caderno de Pesquisas Maçônicas - Volume X - Loja de Pesquisas Brasil - Ed. A Trolha - 1995
Anuário da Loja de Pesquisas Maçônicas do Grande Oriente do Brasil - Ed. e Gráfica do Grande Oriente do Brasil – 1996
Anuário da Loja de Pesquisas Maçônicas do Grande Oriente do Brasil - Ed. A Trolha - 1996
Anuário da Loja de Pesquisas "Quatuor Coronati" do Brasil - 1998.


Curriculum publicado no Blog - http://templomaconico.blogspot.com.br em 25/08/2010
 
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Nota do Redator: Apesar do extenso e abrangente curriculum acima, fiquei espantado com o desabafo deste nosso Ir.'.
 
O texto é mais atual do que se possa imaginar. Mesmo tendo deixado a Maçonaria, antes de ser levado ao Or.'. Eterno, em 21/11/2004, nosso Ir.'. deixa como legado, um "testamento", para que possamos refletir sobre ele e tirar nossas próprias conclusões sobre os destinos de nossa Amada Instituição.
 
 
DESABAFO DE JOSÉ CASTELLANI
                                                                                                                                           
Meus caros Irmãos,
Alguém andou espalhando que eu estou saindo do Grande Oriente do Brasil e ingressando em outra Obediência.
NÃO É VERDADE!
Eu estou, é saindo da Maçonaria!!
Cansei-me!
Eu já pertenci a diversas instituições e não houve nenhuma onde eu visse tanta difamação, tanta calúnia, tanta injúria dirigida aos companheiros (para nós "Irmãos") quanto nesta Instituição dita fraterna.
Em 35 anos de atividade maçônica, já vi de tudo: eleições fraudadas, luta rasteira pelo poder, pasquineiros que só se projetam pelos ataques, futricas, traição, calúnias.
Mantive, durante todos esses anos, a esperança de que isso melhorasse; mas constatei, desencantado, que a situação só tem piorado.
Nunca precisei da Maçonaria para me projetar, ou para "aparecer"; isso é para os derrotados na vida profissional.
Dediquei a ela, em pesquisas e estudos, 35 anos de minha vida , e, em troca, recebi ataques e mais ataques dos que nunca se preocuparam em pesquisar e divulgar suas pesquisas e que nem ao menos conhecem a instituição a que pertencem.
Estou cansado!
Vou me dedicar apenas à minha profissão e à minha família, antes que chegue, a estas, a lama que alguns trazem para a Ordem Maçônica, conspurcando-a.
Continuo amando a Sublime Instituição, cuja doutrina é perfeita.
Mas os homens ainda não perceberam que, para se aperfeiçoar, é preciso amar o próximo e não, denegri-lo.
Um grande abraço fraternal a todos.
José Castellani
PS - Em função disto, estou me desligando de todas as listas, assim como estou me desligando de minhas oito Lojas.
Arquivado por R. Mecca em 06/06/2001
Comentário do Ir.’. André Faro
Estimado irmão, Benedito Marques Ballouk Filho, infelizmente, este texto é de atualidade ímpar. Dia após dia, vemos nossa ordem sendo manchada, em todos os níveis e em todos os seus poderes.
Sabemos que para que se dissipem as virtudes de qualquer propósito, basta que ali coexistam dois indivíduos (de caráteres duvidosos, claro).
Durante os poucos anos a que me dedico à Ordem, me deparei com situações, no mínimo, constrangedoras, ao ponto de renunciar a um mandato federal, pois me senti enojado com a ocorrência de uma blindagem, a famosa "imunidade parlamentar", que foi inserida, também, em nosso meio.
Nos últimos tempos, tenho me sentido abater com a frustração e o desânimo com a Ordem (perfeita! Castellani tem/tinha razão), mas que passa por grande turbulência moral e intelectual.
Espero que os ventos se renovem com urgência, ou estaremos fadados à extinção.
Um forte abraço e os meus desejos de força e sucesso!

Meditemos, meus IIr.'.